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terça-feira, 12 de junho de 2012

Unidos em Cristo


Para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, o és em Mim, e Eu, em Ti; que também eles sejam um em Nós, para que o mundo creia que Tu me enviaste. João 17:21.
A solene e fervorosa prece de Cristo… estende-se até nosso tempo. Que posição esta para ser atingida pelos homens caídos mediante a obediência — unidade com Deus por Jesus Cristo! A que alturas nos é permitido erguer-nos caso tenhamos respeito à recompensa do galardão! Cumpre-nos receber poder de Deus para que a natureza humana, sob a atuação divina, possa não ficar sempre pervertida nem sempre sob a depravadora e corruptora influência do pecado. A natureza humana, mediante Jesus Cristo, torna-se aliada dos anjos — sim, mesmo do grande Deus.
Os que se acham verdadeiramente ligados com Deus, não estarão em desarmonia uns com os outros. … Regendo-lhes o Espírito o coração, criará harmonia, amor e unidade. O oposto atua nos filhos de Satanás; há entre eles contínua contradição. Contenda e inveja e ciúmes são os elementos dominantes. A característica é a mansidão de Cristo. Beneficência, bondade, misericórdia e amor originam-se na Infinita Sabedoria, ao passo que o oposto é o fruto perverso de um coração que não está em harmonia com Jesus Cristo. … Há força na união. Há fraqueza e derrota na divisão.
O mais convincente argumento que podemos apresentar ao mundo quanto à missão de Cristo encontra-se na perfeita unidade. … Nosso poder de salvar pessoas é proporcional a nossa unidade com Cristo.
Se havemos de alcançar a norma da perfeição, nossos traços peculiares de disposição precisam ser moldados em harmonia com a vontade de Cristo. Sentar-nos-emos então juntos nos lugares celestiais em Cristo. Os irmãos trabalharão juntos, sem um pensamento de choque. Pequenas divergências, uma vez que nelas demoremos, conduzem a ações que destruirão nosso companheirismo cristão. … Continuemos a achegar-nos a Deus, e Ele Se achegará a nós. Então, como um só, chegaremos até Ele. As igrejas serão jardins do Senhor, por Ele cultivados. O povo de Deus será árvores de justiça, plantação do Senhor, e regadas com o rio da vida.
Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, pág. 165.

sexta-feira, 16 de março de 2012

O Mediador – Nossa Salvação está nas Mãos de Jesus


No dia 12 de outubro de 2010, o mundo prendeu a respiração enquanto uma ousada operação de resgate alcançava seu clímax. Sessenta e nove dias antes, 33 homens ficaram presos a mais de 610 metros de profundidade, sob uma pesada rocha que deslizou e lhes vedou a saída em uma mina de ouro e cobre, na qual eles trabalhavam no Chile. Durante semanas, os operadores do resgate perfuraram uma saída de emergência, que dava passagem a uma cápsula com pouco mais de meio metro de diâmetro, pela qual os mineiros seriam resgatados. Funcionaria o plano?

A história da tentativa de resgate daqueles mineiros chilenos atraiu a atenção do mundo. Repórteres de televisão de mais de 200 países, incluindo a Coreia do Norte, reuniram-se no local. O presidente chileno, Sebastián Piñera, aguardava o momento de cumprimentar os mineiros, depois que saíssem de seu quente e enlameado calabouço.

Logo depois da meia-noite, a expectativa se transformou em júbilo, quando a cápsula de escape trouxe à superfície o primeiro mineiro. Holofotes brilharam, bandas tocaram o hino nacional chileno, abraços foram trocados, lágrimas de alegria foram derramadas. Durante as 21 horas seguintes, um por um os mineiros foram resgatados, até que todos foram devolvidos às respectivas famílias e aos amigos.

Foi um momento maravilhoso! Um breve intervalo entre as más notícias que a mídia normalmente transmite. Todavia, esse episódio em nada é comparável ao dia em que todo o Céu prendeu a respiração. Foi a ocasião em que o destino de todo o mundo estava em jogo. Nós também fomos aprisionados, condenados a morrer em um asqueroso poço de pecado, sem nenhum meio nem esperança de escape. Mas, o Filho de Deus, perfurando o caminho através da rígida rocha do desespero, iniciou uma ousada missão de resgate. Enquanto essa missão alcançava seu clímax e Ele enfrentava a agonia do Getsêmani e a vergonha do Calvário, o Universo observava perplexo e apreensivo.

Ellen G. White escreveu: “Os mundos não caídos e os anjos celestiais vigiavam com intenso interesse o conflito que se aproximava do desfecho. Satanás e suas hostes do mal, as legiões da apostasia, seguiam muito atentamente essa grande crise na obra da redenção. Os poderes do bem e do mal aguardavam para ver a resposta que seria dada à oração de Cristo – três vezes repetida. Os anjos anelavam trazer alívio ao divino Sofredor, mas isso não era possível. Nenhum meio de escape havia para o Filho de Deus. Nessa horrível crise, quando tudo estava em jogo, quando o misterioso cálice tremia nas mãos do Sofredor, abriu-se o Céu, surgiu uma luz por entre a tempestuosa treva da hora da crise, e o poderoso anjo que se acha na presença de Deus, ocupando a posição da qual Satanás caíra, veio para junto de Cristo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 693).

Um e único – Que maravilhoso Salvador é Jesus! Tornando-Se genuinamente humano, tomando nossa carne e nosso sangue, Ele Se tornou também nosso grande sumo sacerdote, o mediador entre Deus e o homem. Ele é o Deus-homem que atravessou o abismo que a queda de nossos primeiros pais abriu entre o Céu e a Terra.

O santuário terrestre e seus rituais apontavam para Ele, Seu sacrifício e sacerdócio. O sangue de cordeiros, bodes e outros animais, oferecido pelo penitente pecador, prenunciava Jesus, o Cordeiro de Deus, que tiraria o pecado do mundo. E o ministério sacerdotal – especialmente o sumo sacerdote, a quem somente era permitido entrar no Lugar Santíssimo do santuário uma vez ao ano, no Dia da Expiação – apontava para o mais amplo ministério do Deus-homem no santuário celestial.

“Há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem”, escreveu o apóstolo Paulo (1Tm 2:5). “Por isso mesmo, Ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados” (Hb 9:15).

Um Mediador – Somente um! Ninguém mais pode ligar o Céu e a Terra. Ninguém pode perdoar pecados. Ninguém pode nem deve reivindicar para si o que somente Jesus pode ser e fazer. Não necessitamos confessar nossos pecados a um mero ser humano que reivindica a função como intermediário que leva nossas petições a Deus. Não! “Se, todavia, alguém pecar, temos advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e Ele é a propriciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro” (1Jo 2:1, 2).

Nosso Mediador no Céu é Alguém que compreende nossas lutas. Ele já esteve aqui, lutou, foi tentado, sentiu dor e pesar, sofreu rejeição. Toda e qualquer coisa que nos aconteça Ele já experimentou.

Em uma exposição maravilhosa, o livro aos hebreus apresenta a realidade de Jesus como nosso grande Sumo Sacerdote. No primeiro capítulo, é mostrado como Ele é verdadeiramente Deus, superior aos anjos. “Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do Seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do Seu poder…” “Mas acerca do Filho: O Teu trono, ó Deus, é para todo o sempre” (Hb 1:3, 8).

Maravilhosas implicações – Deixemos que essa gloriosa verdade penetre nosso ser: Ao vir Jesus ao mundo, veio Deus. Cristo não é apenas um trecho da estrada entre o Céu e a Terra; Ele é a estrada, é Deus. Tudo o que Deus é, Jesus também é. Ele sempre foi, é e será. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava
com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1:1).

Jesus nos ama tanto a ponto de nos considerar Seus amigos (Jo 15:14, 15), assim como Abraão, no Antigo Testamento, foi chamado “amigo” de Deus (2Cr 20:7). Podemos desfrutar Sua preciosa amizade, mas nunca devemos nos esquecer de que Ele é Deus! Em nossas orações, nossos cânticos, em nosso falar a respeito de Jesus, jamais devemos tratá-lo como “qualquer um”.

Voltemos ao livro de Hebreus. Enquanto o primeiro capítulo argumenta que Jesus é verdadeiramente Deus, o segundo capítulo O apresenta como verdadeiramente homem. “Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também Ele, igualmente, participou, para que, por Sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida” (Hb 2:14, 15).

Aqui está novamente a grande missão de resgate. Jesus não enviou alguém para executá-la; Ele mesmo veio porque ninguém mais poderia fazer isso. Ele Se tornou um conosco, experimentou o último horror diante do qual todos nós desejamos retroceder – a morte. Entrou no domínio da morte e destruiu seu poder, desfez o temor a respeito dela. Ressuscitou da morte, deixando a tumba vazia!

Verdadeiramente Deus, verdadeiramente homem! Jesus é o Deus-homem, único no Universo. Assim, Ele Se tornou nosso Sumo Sacerdote, ministrando na corte celestial: “Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, Se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo” (Hb 2:17).

Ao longo da história humana e ainda hoje, homens e mulheres têm sentido a necessidade de sacerdotes. Conscientes da própria indignidade, eles têm buscado outros homens a quem consideram íntimos de Deus e, portanto, habilitados a apresentar suas orações e outras necessidades, de tal modo que sejam aceitáveis a Deus. Entretanto, a verdade é que sempre houve e há somente um verdadeiro Sacerdote, o Deus-homem que, em Sua pessoa, nos leva à presença de Deus. Todos os demais são apenas pretensas imitações do Sacerdote. Eles mesmos necessitam do Mediador Jesus Cristo. É por isso que mesmo o sumo sacerdote do santuário terrestre tinha que “oferecer sacrifícios pelos pecados, tanto do povo como de si mesmo” (Hb 5:3).

A doutrina do sacerdócio de Jesus no santuário celestial é uma preciosa verdade entregue aos adventistas do sétimo dia, para ser partilhada com o mundo. Em essência, ela nos dá segurança em quatro áreas vitais:

1. A realidade de nossa esperança. Para muitos cristãos, hoje, a realidade do Céu perdeu seu significado. Mesmo alguns pastores já não acreditam na ressurreição; creem que a imortalidade prometida é a continuação da vida em nossos filhos e netos. Porém, o ministério contínuo de Jesus garante que o Céu é real e que Ele virá novamente para nos levar com Ele. “O essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal Sumo Sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos Céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb 8:1, 2).

2. A realidade do perdão. Não importa o que nossos sentimentos possam sugerir. Temos um Mediador que vive “sempre para interceder” por nós (Hb 7:25). Os sentimentos são volúveis; não Jesus. Embora todos os outros se revelem indignos de confiança, “Ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-Se a Si mesmo” (2Tm 2:13).

3. O Céu é um lugar de boas-vindas. É nossa casa. Não chegamos ali bajulando, com chapéu na mão. Jesus está ali à nossa disposição; Ele faz com que nos sintamos bem-vindos. “Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande Sumo Sacerdote que penetrou os Céus, conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos Sumo Sacerdote que não possa compadecer-Se das nossas fraquezas; antes, foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb 4:14-16).

4. O santuário é um lugar de poder. Jesus não apenas nos compreende, mas simpatiza conosco em nossas lutas. Ele nos dá poder para vencer: “Naquilo que Ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados” (Hb 2:18).

Querido irmão, querida irmã, você está ciente de que tem um Mediador, Alguém que Se levanta em seu favor na corte celestial? Não importa quão indigna tenha sido sua vida passada, nem quão longe você tenha se distanciado dos santos propósitos de Deus para sua vida. Você é Seu filho, Sua filha. Vá a Ele e lance Suas ansiedades sobre Ele, que as tomará e lhe garantirá Sua paz.

Durante uma reunião de testemunhos, em recente encontro de líderes da Igreja Adventista, um administrador narrou uma fascinante história pessoal. Sete meses antes, ele e a esposa chegaram de avião a Los Angeles, Califórnia. Enquanto faziam acertos para alugar um carro, ele subitamente sentiu uma dor no peito. Soube-se depois que a principal artéria de seu coração estava totalmente bloqueada. A esposa, enfermeira, logo perguntou se alguém tinha aspirina. Felizmente, um dos atendentes tinha uma pastilha no bolso e a deu para ela. Apesar de ter tomado o medicamento, o coração do pastor parou de bater. A esposa então executou a técnica de ressuscitação cardiopulmonar, trazendo-o de volta à vida.

“Sabem vocês o que significa estar como morto?”, perguntou ele à sua estupefata audiência, acrescentando que, enquanto balançava entre a vida e a morte, tudo o que podia pensar era o seguinte: “Nada em minhas mãos eu trago; simplesmente me apego à cruz” (Augusto M. Toldplay).

Se eu não puder viver para ver Cristo voltando, se eu tiver que atravessar o rio gelado da morte, que esse seja meu último pensamento: Jesus, somente Jesus. Ele é tudo o que nós temos nesta vida. Ele será tudo o que desejamos na vida futura. Ele é nosso Salvador, Senhor, Amigo, Rei vindouro e Mediador.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Suave comunhão com o Salvador


O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo. 1 João 1:3.

É privilégio nosso provar a doçura da comunhão com um Salvador crucificado e ressurgido. Mas para que isso se possa dar, o próprio eu tem de render-se a Deus. A condescendência consigo mesmo quer dizer que não se segue a Cristo, na abnegação e no levar a cruz. Quando o próprio eu luta pelo lugar mais elevado, as percepções espirituais tornam-se obscurecidas. Os olhos volvem-se de Cristo para o pobre quadro do próprio eu. Não podemos correr o risco de ficar separados de Cristo. Devemos continuar olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé.

É quando comungamos com Cristo que resplandece em nossa vida a santa e preciosa luz, até que todos os recantos estejam iluminados, e nos tornamos então luz brilhante no mundo, refletindo a outros a glória de Cristo. Devemos conservar Cristo diante de nós, como o exemplo da perfeição.

A comunhão com Deus é a vida da alma. Não é algo que saibamos interpretar, algo que possamos revestir de belas palavras, mas que não nos concede a genuína experiência que torna de valor real as nossas palavras. A comunhão com Deus confere-nos uma experiência diária que na verdade nos completa a alegria.

Os que têm essa união com Cristo, a manifestarão em espírito, palavra e ação. A profissão nada é, a não ser que manifeste bom fruto, na palavra e na ação. A união, a comunhão mútua dos irmãos e com Cristo — esse é o fruto produzido em cada ramo da videira viva. A vida purificada, renascida, tem um claro e distinto testemunho a apresentar.

Conhecer a Deus é, no sentido escriturístico do termo, ser um com Ele em coração e espírito, possuindo dEle um conhecimento experimental, mantendo reverente comunhão com Ele como Redentor que é. Unicamente mediante sincera obediência se pode alcançar essa comunhão.

Seguindo o exemplo de Cristo, de serviço abnegado; confiando, quais crianças pequenas, em Seus méritos, e obedecendo aos Seus mandamentos, receberemos a aprovação de Deus, Cristo habitará em nosso coração, e nossa influência será qual perfume a exalar a Sua justiça.

Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág 70.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Amor de Jesus


Muitas vezes ficamos tristes, não sabemos se Deus nos ama, não conseguimos senti-lo pertinho, pelo contrário, tem dias que sentimos Ele tão longe que nosso coração fica apertadinho.
Eu fico impressionado em ver como Cristo foi paciente com seus discípulos, a maneira que Ele demonstrava seu amor para com Pedro, João e até mesmo Judas, Jesus sabia que Judas era falso e mesmo assim sempre tratou Judas com amor.
Querido leia os evangelhos, veja como Jesus era amor e hoje Ele não é diferente. Cristo amou –nos primeiro e hoje Ele quer que você siga seu exemplo de amor.
Faz tempo que não escrevo, mas hoje senti grande vontade de escrever.
Aprendi que nós não duramos para sempre, vivemos quanto? 80? 90 anos em media.
Por que o amor que é algo eterno não esta em primeiro lugar em nossa vida?! Sabe para mim, Amor e Jesus, são sinônimos, Jesus tem amor em sua essência.
Essa semana eu entendi que o Amor é a base de tudo. Parece simples, mas você só consegue entender quando sente, porque amor não é teoria, amor é pratica.
“Amaras teu Deus de todo o teu coração, e de todas as tuas forças”, Jesus disse “Amaras a teu irmão como a ti mesmo”, querido se seguirmos as palavras de Cristo teremos uma vida muito melhor, sabendo que sempre teremos o amor de Cristo.

Deus ama Sua Igreja

“A igreja, débil e defeituosa, precisando ser repreendida, advertida e aconselhada, é o único objeto na terra ao qual Cristo confere Sua suprema consideração” (Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 355).

“Deus tem na Terra uma igreja que é Seu povo escolhido, que guarda os Seus mandamentos. Ele está guiando, não ramificações transviadas, não um aqui e outro ali, mas um povo” (Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 362).

“Jesus amou a igreja, e por ela Se deu a Si próprio, e Ele a há de aperfeiçoar, refinar, enobrecer e elevar, de maneira que fique firme em meio das corruptoras influências deste mundo” (Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 356).

“Como o Capitão do exército do Senhor derribou os muros de Jericó, assim triunfará o povo que guarda os mandamentos do Senhor e serão derrotados todos os elementos oponentes” (Eventos Finais, pág. 47).

“Não necessitamos duvidar nem temer de que a obra não avançará. Deus está à frente … e porá tudo em ordem. … Tenhamos fé de que o Senhor guiará com segurança ao porto a nobre embarcação que conduz Seu povo” (Review and Herald, 20 de setembro de 1892).

“Embora existam males na igreja e tenham de existir até o fim do mundo, a igreja destes últimos dias há de ser a luz do mundo poluído e desmoralizado pelo pecado” (Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 355).

“Quando alguém se afasta do corpo organizado do povo que observa os mandamentos de Deus, quando começa a pesar a Igreja em suas balanças humanas e a acusá-la, podeis saber que Deus não o está dirigindo. Ele se encontra no caminho errado” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 18).

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A IASD Marcou Datas Para a Volta de Cristo?


"Já me disseram que tanto Ellen White como muitos outros pioneiros Adventistas marcaram várias datas para o retorno de Jesus. Isso é verdade?"

Eu AINDA fico impressionado com a maneira como os opositores dos Adventistas agem.

A maioria esmagadora dessas pessoas nunca se dignou a ler algum livro da nossa História Denominacional, e limitam-se, apenas, a repetir a ladainha que ouvem em seus cursos doutrinários e pregações equivocadas.

Dentre as inúmeras dessas "ladainhas" uma comumente utilizada é a de que "os Adventistas marcaram datas para a volta de Jesus", tentando assim desacreditar a forte base doutrinária da nossa Igreja.

Como eu disse, tais pessoas repetem estes frágeis argumentos pelo simples fato de não conhecerem o que REALMENTE aconteceu no surgimento da IASD... ou então agem de má fé, repetindo falácias que sabem que são inverídicas! Prefiro ficar com a primeira opção...

Todos sabem, e os livros denominacionais estão ai para confirmar, que a Igreja Adventista só surgiu na década de 1860, ou seja, quase 20 anos depois do desapontamento de 22 de outubro de 1844. Na verdade, quem marcou esta data foi um BATISTA, o senhor Guilherme (ou William, em inglês) Miller. Ele, sim, foi quem fez os cálculos e descobriu que algo muito importante ocorreria em 22-10-1844. Seu erro foi acreditar que o evento seria a VOLTA DE JESUS.

Como sabemos hoje, Miller errou no evento, mas não nos cálculos da data. Ou seja, a data estava correta... o que estava errado era o pensamento de que este seria o dia do retorno de Jesus.

Depois deste fatídico dia (22-10-1844), o Movimento Millerita (também chamado de Movimento Adventista por alguns, porém não deve-se confundir com a Igreja Adventista do 7º Dia), se fragmentou em diversos ramos

Algumas pessoas, que posteriormente formariam a IASD, continuaram refazendo os cálculos de Miller, e repetiram o erro de datar o retorno de Jesus. Mas NUNCA a Igreja Adventista do 7º Dia, como Instituição organizada, cometeu tal erro.

A Igreja Adventista, e seus hoje quase 20 milhões de membros, não pode ser continuamente acusada e ridicularizada (insisto, pelos que preferem não conhecer nossa História), devido ao erro de algumas pessoas que, posteriormente, formariam a primeira geração de membros da denominação. Da mesma forma, hoje não podemos condenar uma denominação inteira porque alguns membros, equivocadamente, gostam de pensar, por exemplo, que um tal CHIP MONDEX será a marca da besta.

Na sua excelente obra doutoral ("Crises na Igreja Apostólica e na Igreja Adventista do 7º Dia"), o Pr. Luiz Nunes traz o seguinte esclarecimento:

"A tendência literalista exagerada do historicismo de alguns estudiosos adventistas os levou ocasionalmente a marcar novas datas para o Segundo Advento, ameaçando assim a credibilidade do adventismo. Após a decepção de 22 de outubro de 1844, a Segunda Vinda de Cristo foi aguardada por alguns para abril de 1845, quando terminaria o ano judaico de 1844... Tendo falhado esta previsão, surgiram alguns artigos propondo novas datas" (pág. 104).

Entre estes "calculistas" estavam: O. R. L. Crosier, Hiram Edson, Joseph Bates, e outros.

Porém, antes de outubro de 1845, como lembra o Pr. Nunes, Ellen White recebeu uma visão advertindo que a tentativa de marcar novas datas seria de novo motivo de desapontamento (como o é até hoje!). Veja o que ela declarou posteriormente:

"Tenho sido repetidamente advertida com referência a marcar tempo. Nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada no tempo" - Mens. Escolhidas, vol. 1, pág. 188.

Como vemos, muitos anos ANTES de nascer a Igreja Adventista do 7º Dia, Ellen White já fora orientada sobre o erro de marcar datas para a volta de Cristo, ou para qualquer outro aspecto temporal da profecia apocalítica, posterior a 22 de outubro de 1844.

Portanto, cai por terra mais esta falácia: de que Ellen White e os "pioneiros" da Igreja Adventista do 7º Dia cometeram sucessivos erros na datação do retorno de Cristo.

 
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