quinta-feira, 14 de junho de 2012
Cristo em todos os nossos pensamentos
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
“Ele não é pesado”
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
Parceria divino-humana
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quarta-feira, 16 de maio de 2012
10 fatos sobre a adoração que afetam minha vida
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
Esta tormenta é passageira
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quinta-feira, 29 de março de 2012
3 Dicas – Não consigo me manter concentrado ao falar com Deus
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quinta-feira, 8 de março de 2012
Oração fervorosa
Confiai nEle, ó povo, em todos os tempos; derramai perante Ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio. Salmos 62:8.
A oração é o abrir do coração a Deus como a um amigo. Os olhos da fé discernirão a Deus muito próximo, e o suplicante pode obter preciosa evidência do divino amor e cuidado por ele. Mas por que será que tantas orações nunca são atendidas? … O Senhor nos dá a promessa: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração.” Jeremias 29:13. Refere-Se Ele, ainda, a alguns que “não clamaram a Mim com seu coração”. Oséias 7:14. Tais petições são orações formais, tão-somente serviço de lábios, que o Senhor não aceita.
Há necessidade de oração — oração totalmente sincera, fervorosa, agonizante — oração como a que Davi fez quando exclamou: “Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por Ti, ó Deus!” Salmos 42:1. “Eis que tenho desejado os Teus preceitos.” Salmos 119:40. “Tenho desejado a Tua salvação.” Salmos 119:174. “A minha alma está anelante e desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne clamam pelo Deus vivo.” Salmos 84:2. “A minha alma está quebrantada de desejar os Teus juízos em todo o tempo.” Salmos 119:20. Esse é o espírito da oração porfiada, espírito possuído pelo real salmista.
De Cristo é dito: “Posto em agonia, orava mais intensamente.” Lucas 22:44. Em que contraste com essa intercessão feita pela Majestade do Céu se acham as orações débeis, sem coração, que são feitas a Deus! Muitos se satisfazem com o culto dos lábios, e poucos têm um sincero, fervoroso e afetuoso desejo de Deus.
A comunhão com Deus comunica à alma um íntimo conhecimento de Sua vontade. … A verdadeira oração ocupa as energias da mente e afeta a vida. Aquele que assim desabafa suas necessidades perante Deus, sente o vazio de tudo o mais, debaixo do céu. “Diante de Ti está todo o meu desejo, e o meu gemido não Te é oculto”, disse Davi. Salmos 38:9. “Minha alma tem sede de Deus. … Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma.” Salmos 42:2, 4.
Vossas orações podem subir com uma insistência que não aceite a negação. Isso é fé.
Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág 71.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Todas as doutrinas da Bíblia são importantes
O princípio de "Toda a Escritura" sempre foi o lema da Reforma Protestante do século 16. Parece que isso está se perdendo em nossos dias.
Estou fazendo (05/02/2012) um trabalho de Mestrado em que devo apresentar um mínimo de 10 páginas.
Como o requisito é uma resenha crítica do livro “O Santuário e as Três Mensagens Angélicas – Fatores Integrativos no Desenvolvimento das Doutrinas Adventistas”, que é a tese doutoral defendida pelo meu amigo e orientador Alberto R. Timm, gostaria de repartir com você um argumento de um pioneiro adventista transcrito nessa tese. Nele, o autor adventista R. F. Cottrell defende a doutrina da observância do sábado. Veja que interessante a análise feita por ele em 1854:
“[...] ninguém rejeitaria o santuário da Bíblia” se o lugar santíssimo “não contivesse a arca”; e “a arca não seria motivo de objeção, se não contivese as tábuas do concerto; e essas não seriam objetadas se tivessem apenas nove mandamentos” (Tim, O Santuário e as Três Mensagens Angélicas [Engenheiro Coelho, SP: Imprensa Universitária Adventista, 2002], p. 212).
Isso diz muita coisa, principalmente que a rejeição de uma doutrina leva à rejeição de outras. E isso, muitas vezes, por causa de nossas conveniências pecaminosas, o que levará o indivíduo ao desastre na vida espiritual (Tg 2:10-12; 2:26).
Alguns anos depois, em 1863, Cottrell afirmou: “[...] se o santuário [celestial – ver Hb 8:1, 2; 4:14-16] não pode ser destruído, o sábado não pode ser atingido”. E isso, apesar das objeções que tal doutrina bíblica tem recebido (Ver Gn 2:1-3; Ex 20:8-11; Mt 24:20; Mc 2:27, 28; At 16:13; Ap 14:6, 7 e 12).
De acordo com Cottrell, como os antinomistas (os que são contra a validade da Lei) não podem subir até o céu para destruir “o vedadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb 8:2), a doutrina do sábado, que relembra-nos do Deus Criador (Ex 20:8-11) e Salvador (Dt 5:12-15), permanecerá inabalável para sempre! (Is 66:22, 23).
Reflita com carinho nessas citações e veja se, no momento, não adota uma postura como essa, descrita acima na primeira citação, amigo(a) leitor(a).
Recomendo a leitura dessa obra do Dr. Timm, disponível para aquisição no site da Imprensa Universitária Adventista (Unaspress): http://unaspress.unasp-ec.com É um excelente material para sua biblioteca!
Nele você terá um conhecimento sólido do desenvolvimento das doutrinas distintivas adventistas e dos argumentos dos pioneiros para defender as verdades que ensinamos, centralizadas, claro, na Pessoa de Cristo. Afinal, “[...] ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo” (1Co 3:11. Veja também Ef 2:20).
Um abraço carinhoso!
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
O Salmo 118 e a “observância” do domingo
Você observa um dia de guarda por que "Assim pediu o Senhor" (Ex 20:8-11) ou por que "Assim disse seu líder religioso?"
“A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular. Isso vem do Senhor, e é algo maravilhoso para nós. Este é o dia em que o Senhor agiu; alegremo-nos e exultemos neste dia.” (Nova Versão Internacional, grifo acrescentado).
Há muito tempo vários defensores da observância do primeiro dia da semana têm forçado o Salmo 118:22-24 a dizer o que ele não quer.
Afirmam tais estudiosos que o “dia em que o Senhor agiu” é uma referência ao dia da ressurreição de Jesus (domingo) e que, portanto, o salmista estaria profetizando a mudança do dia de guarda.
Entretanto, é impossível imaginar que Davi estivesse fazendo uma profecia sobre algo contrário ao que Jesus mesmo disse em Mateus 5:17-19. O Salvador garantiu que Ele não veio para mudar a Lei, tornando assim o plano de salvação algo incoerente (por que pagar a dívida por nossa desobediência a uma Lei que pode ser mudada?)
Ele veio para cumprir a Lei (que nesse texto se refere aos escritos de Moisés) no sentido de dar a ela o seu verdadeiro significado e mostrar a amplitude espiritual dela. Esse é o significado do termo grego para “cumprir” (pleroo).
Além disso, é de estranhar que Davi, um observador do sábado, que até compôs o que conhecemos como Salmos Sabáticos (do número 92 a 100), tenha profetizado a mudança do dia de guarda.
Mais estranho ainda é ele não ter feito pelo menos um Salmo (ou hino) para “comemorar” a santidade do domingo! Não estou fazendo uso do chamado “argumento do silêncio”, mas, refletindo no comportamento do salmista diante do dia de guarda.
NÃO É SÓ ISSO
A seguir, apresentarei outras razões que nos levam a ter certeza de que o Salmo 118 não fala da observância do domingo. Elas foram extraídas do livro Respostas a Objeções, de Francis Nichol (Casa Publicadora Brasileira, 2004), p.p. 159-162:
1) Em nenhum lugar a Bíblia diz que Cristo tornou-se a “principal pedra angular” pelo ato de ressuscitar dos mortos;
2) O contexto de Colossenses 1:18 indica que, se algum ato está sendo focalizado, é a morte de Cristo, que ocorreu no sexto dia da semana (Nota: para serem mais coerentes com o próprio argumento em torno do Salmo 118, os observadores do domingo deveriam observar a sexta-feira);
3) É evidente que a declaração de Paulo em Efésios 1:22, a respeito da supremacia de Cristo sobre a igreja, não justifica a conclusão de que a aquisição de Sua supremacia ocorreu no domingo da ressurreição;
4) O grande plano da salvação depende de uma série de importantes eventos (não somente a ressurreição): a crucifixão e o segundo advento;
5) Um exame dos versos que precedem e seguem a passagem (Sl 118:22-24) revela que o salmista aqui está preocupado com o assunto amplo da salvação (e não com a observância do domingo). Assim diz o verso 21: “Render-te-ei graças porque me acudiste e foste a minha salvação”. Diz o verso 25: “Oh! Salva-nos, Senhor, nós te pedimos; oh! Senhor, concede-nos prosperidade!”. Compare o comentário de Pedro no Novo Testamento: “Este Jesus é a pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro” (At 4:11, 12).
6) De acordo com o apóstolo Paulo (2Co 6:2), o “dia da salvação”, do qual os profetas tinham escrito, era o “agora” (decidir-se pela salvação HOJE), quando ele estava escrevendo à igreja de Corinto, muitos anos depois da ressurreição.
7) O paralelo do Salmo 118:22-24 é com João 8:56. Veja:
“Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”
“Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o Meu dia, viu-o e regozijou-se.
O paralelismo é perfeito. Aqui vemos que Abraão, com olhar profético, antecipou o próprio tempo em que Cristo estaria diante dos homens para lhes oferecer a salvação e “regozijou-se”. Evidentemente, o “dia da salvação”, segundo esse texto paralelo, começou antes da ressurreição.
A conclusão natural é que o Salmista está falando do dia da salvação que seria anunciado claramente pelo advento de nosso Senhor como o Salvador da humanidade.
E para encerrar, Francis Nichol continua: “A Bíblia revela que Abraão ‘regozijou-se’ e ‘alegrou-se’ em relação ao ‘dia’ do qual falou o salmista. Há algum defensor do domingo tão corajoso a ponto de afirmar que Abraão guardou o domingo?”
CONSELHO FINAL
Aceite os fatos não por causa dos adventistas, mas, por causa do seu amor e respeito a Deus (Jo 14:15). E, medite no fato de Davi ter escritos os salmos sabáticos e não “salmos dominicais”.
Ah! Não se esqueça do que Jesus ensinou em Mateus 5:17-19. Isso evitará que sua mente divague em busca de novos “argumentos”, além dos que Deus já expos claramente nas Escrituras a respeito do assunto.
Um abraço e que “O Senhor do Sábado” (Mc 2:28; Mt 12:8) lhe abençoe e guarde.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
7 mandamentos dos pais
1. Amar e ter muita paciência com os filhos, especialmente nos momentos estressantes.
2. Alimentá-los de forma saudável e nutritiva.
3. Esforçar-se para mantê-los protegidos.
4. Comunicar-se aberta e honestamente com eles.
5. Tratá-los com respeito e ser um bom exemplo em qualquer situação.
6. Não maltratá-los nem os machucar fisicamente.
7. Ser um bom amigo e dar apoio ao esposo (a) na criação dos filhos.
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
“Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”
Um episódio em especial do reality show da TV Record, “A Casa da Ana Hickmann”, chamou a atenção do Brasil e especialmente dos adventistas do sétimo dia. Foi o momento em que a apresentadora gaúcha conversou com uma das participantes para saber o porquê de ela não ter participado da “balada” na sexta-feira à noite e de uma prova classificatória na piscina, no dia de sábado.
A comunicadora adventista Whasti, que competia para ser a nova repórter do programa “Tudo é Possível”, passou os momentos sabáticos a sós, sem envolver-se em qualquer tipo de atividade secular imprópria para o dia de repouso (Ex 20:8-11) e para qualquer outro dia da semana (nesse caso, baladas).
A princípio, pensei: “por que ela foi a tal programa de TV se sabia que não iria conseguir observar o sábado?” Porém, me dei por satisfeito com a justificativa que deu a Ana Hickmann: “quando a gente quer muito uma coisa… a gente vai atrás”. Ela tem razão: temos que correr atrás dos nossos sonhos, pois, neste mundo de pecado e tristezas, sonhar nos ajuda a levar a vida com mais alegria e mais facilidade, pois, isso é um bálsamo para a emoção.
Ela demonstrou estar disposta a correr atrás do sonho dela, mas, o mais importante é que Wasthi compreendeu que os sonhos de Deus são maiores. Ela entendeu que há recompensa em sacrificarmos nossas vontades, caso elas venham a interferir em nossa lealdade ao Deus Criador que tanto fez (Tt 3:5), faz (1Co 1:18) e fará (Rm 5:9) por nós.
QUEM REINA EM SEU CORAÇÃO: A VONTADE DE DEUS OU AS SUAS?
No momento não estou escrevo para defender apologeticamente a doutrina do sábado – tão clara nas Escrituras (Gn 2:1-3; Ez 22:26; Ex 20:8-11; At 16:13; Ap 14:6, 7). O que quero destacar é a atitude da competidora em sacrificar a própria vontade para fazer a vontade de Deus. E isso em rede nacional!
Na conversa com a apresentadora da TV Record percebe-se que nossa irmã na fé compreendeu as palavras de Atos 5:29: “[...] Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” Confesso que ao ver o vídeo no YouTube me perguntei: “até que ponto eu estaria disposto a sacrificar minhas vontades para fazer a vontade de Deus?” Profanar o sábado não é a minha maior tentação por que nos meus 15 anos de adventismo estou acostumado a isso. É algo me dá muito prazer.
Minha “angústia” está em olhar para dentro de mim e descobrir se, em outras áreas da minha vida, também estarei disposto a deixar de lado “o próprio eu” para que Cristo viva em mim (Gl 2:20). Gostaria de saber se, em certos momentos de prova, estarei tão disposto a erguer a bandeira dos bons princípios como estou decidido a erguer a bandeira da guarda do sábado.
Porém, de algo tenho certeza: não importa a área da vida em que sejamos mais fracos, pelo poder de Cristo (Fp 2:13) podemos viver como o “sal da terra” e a “luz do mundo” (Mt 5:14-16). Se assim vivermos, inevitavelmente ouviremos das pessoas o mesmo que Wasthi, ao final de sua conversa com Hickmann:
“Você é uma pessoa muito especial e mostrou ser mais especial ainda agora por que acredita nos seus princípios, segue dessa forma… [nesse tipo de] pessoa [...] a gente pode confiar”.
OS SONHOS DE DEUS SÃO MAIORES QUE OS NOSSOS
Precisamos estar dispostos a crer especialmente numa daquelas frases em que Wasti regou-a com as próprias lágrimas, e que pode ser a pura expressão da fé e entrega ao Deus que tudo sabe e que tudo pode em favor dos filhos dEle: “Por maior que seja o meu sonho, o sonho de Deus é maior pra mim”.
Acredito que também por meio de Ana Hickmann, Deus deu uma mensagem forte a todos aqueles que desejam viver o sonho dEle. “Seja sempre sincera. Nunca esconda de você mesmo e nunca esconda de ninguém aquilo que você acha e aquilo que você é”.
Até que ponto somos sinceros e transparentes com respeito aquilo que somos e acreditamos, para que perfumemos a vida das pessoas como bons perfumes de Cristo? “Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem.” (2Co 2:15)
Converse com Deus sobre você. Pergunte-Lhe (se já não tiver a resposta) em que área (s) da vida precisa se fortalecer ainda mais para representá-Lo bem diante da sociedade. Faça a mesma oração que Davi, certo (a) de que esse tipo de prece nunca deixará de ser atendida pelo Espírito Santo:
“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.” (Sl 139:23-24).
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
O Poder da Gentileza
Quem não gosta de ser bem tratado? De na hora de um aperto, ter alguém por perto para dar a mão? Quem não se sente bem diante de um sorriso verdadeiro? Ou não gosta de ver seu nome pronunciado por alguém? Atitudes de carinho, respeito e atenção fazem toda a diferença. E as pessoas que agem com gentileza, com respeito e consideração são sempre muito admiradas por quem recebe um comportamento tão agradável.
Uma teoria publicada pelo professor Sam Bowles, do Instituto Santa Fé, nos Estados Unidos, chamada de “sobrevivência do mais gentil”, diz que um dos motivos que fez a espécie humana sobreviver foi a gentileza.
“Acredito que a gentileza tem o poder de mudar o mundo interno e externo dos seres humanos. Ser gentil pode ser uma filosofia de vida que considera o outro como um ser merecedor de sua atenção, pois é composto de sentimentos semelhantes ao seu. Mas, no entanto, para ser gentil, eu preciso estar bem comigo mesmo. Do contrário, não conseguirei externar as atitudes benéficas que compõem a gentileza. Ser gentil é não se deixar ser levado pelo impulso, pelo mau humor alheio, e não ser reativo. Ser gentil é ser educado, é ter respeito por aqueles que cruzam o nosso caminho. Gentileza nunca é demais!”, defende Messias de Oliveira, psicólogo da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR).
Algumas atitudes que podem lhe ajudar a ser mais gentil:
1. Tente se colocar no lugar do outro. Isso o ajuda a entender melhor as pessoas, seu modo de pensar e agir.
2. Aprenda a escutar. Ouvir é muito importante para solucionar qualquer desavença ou problema
3. Pratique a arte da paciência. Evite julgamentos e ações precipitadas.
4. Peça desculpas. Isso pode prevenir a violência e salvar relacionamentos.
5. Pense positivo. Procure valorizar o que a situação e o outro têm de bom e perceba que este hábito pode promover verdadeiros milagres.
6. Respeite as pessoas quando elas pensarem e agirem de modo diferente de você. As diferenças são uma verdadeira riqueza para todos.
7. Seja solidário e companheiro. Demonstre interesse pelo outro, por seus sentimentos e por sua realidade de vida
8. Analise a situação. Alcançar soluções pacíficas depende de se descobrir a raiz do problema.
9. Faça justiça. Esforce-se para compreender as diferenças e não para ganhar, como se as eventuais desavenças fossem jogos ou guerras.
10. Mude a sua maneira de ver os conflitos. A gentileza nos mostra que o conflito pode ter resultados positivos e ainda tornar a convivência mais íntima e confiável.
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
“Por que me tornei adventista?”
A médica cardiologista Ana Catarina Periotto que mora em Santos, SP, decidiu contar ao mundo por que se tornou adventista do sétimo dia.
Em seu blog http://esperarhoje.blogspot.
Ela começa seu depoimento apresentando as razões para ter deixado de dançar na igreja pentecostal onde era membro. Ela explica que, após um irmão na fé aproximar-se dela dizendo que havia “se apaixonado por vê-la dançar”, percebeu que as danças sensuais de hoje – mesmo praticadas dentro de uma igreja – nada têm a ver com as danças hebraicas.
A Dra. Periotto comenta sobre o rebatismo e disponibiliza no blog uma carta a todos os seus ex-irmãos na fé, intitulada “Por que me tornei adventista?” Assim como muitos outros amigos, Ana pensava que o adventismo era uma seita. Porém, motivada por um desejo sincero de conhecer mais a Deus, ela estudou a Bíblia com a Novo Tempo e percebeu que o adventismo é uma religião cristã e que Senhor, além de ser amado, precisa ser obedecido.
Isso causou um impacto profundo em seus conceitos teológicos. Ela passou a obedecer aos princípios dietéticos de Levítico 11, deixando assim de consumir carnes imundas que contaminam o corpo, “santuário do Espírito Santo” (1Co 3:16, 17; 6:19, 20).
Sua experiência com a mensagem adventista também é descrita com detalhes. Ela assistiu ao programa “Está Escrito” com o Pr. Alejandro Bullón, Pr. Fernando Iglesias e teve um contato marcante com o DVD “O Grande Conflito”, do Pr. Luís Gonçalves.
E foi através de uma busca por respostas na internet que ela conheceu o blog do programa “Na Mira da Verdade”. Ela teve acesso aos diversos artigos apologéticos lá disponíveis e manifestou um desejo profundo de ter suas dúvidas esclarecidas. Deus colocou no caminho dela o jovem Walans Souza, internauta do “Na Mira” que, bondosamente, respondia por e-mail aos questionamentos que vinham à mente dela enquanto navegava na internet.
No momento em que assistia ao programa “Na Mira da Verdade”, Deus tocou profundamente o coração dela, despertando-a para uma nova realidade quanto à importância dos Dez Mandamentos (Ex 20:1-17; Dt 5:1-21) na vida do cristão salvo pela graça:
“O professor Leandro Quadros me deixava atônita com tantas informações que pareciam tão óbvias, mas tão estranhas para mim. Ficava feliz, mas apreensiva ao mesmo tempo. Como podia me sentir confrontada com a verdade se eu já andava na verdade? Hoje percebo claramente que Jesus não aboliu a lei, mas cumpriu TODA a lei. Ele cumpriu a LEI MORAL: guardava o sábado (Lc 4:16), honrava seus pais, adorava somente a Deus…”
Há muitas pessoas sinceras como a Dra. Periotto que, com um coração aberto ao Espírito Santo permitem-Lhe que lhes abra o entendimento para a compreensão total das Escrituras. Assim como ela, muitos outros têm tido a coragem de confrontarem suas crenças atuais e reciclá-las à luz das novas revelações da Palavra de Deus.
Oremos por todos os filhos sinceros do Pai, que estão em busca do conhecimento pleno das Escrituras. E divulguemos a história da Dra. Ana Catarina Periotto para que muitos outros tenham a oportunidade de desfrutarem de uma experiência espiritual tão enriquecedora como a dela.
Você poderá ler a história dela em detalhes no blog http://esperarhoje.blogspot.
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
Acordemos... Já É Tarde!

"Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus" (Amós 4:12)
Conta-se a história de um velho fazendeiro cujo relógio carrilhão, herdado do avô, ficou maluco e, certo dia, bateu quatorze vezes à meia-noite. Ele deu um salto da cama e disse: "Acorde Nely, é mais tarde do que qualquer tempo anterior!" Podemos dizer, com segurança, que é mais tarde do que podemos imaginar. Estamos vivendo os últimos momentos dos últimos tempos.
E se estamos vivendo os tempos finais, que temos feito para nos preparar para o grande dia em que estaremos diante de Deus? Temos procurado colocar nossas vidas diante do Senhor, obedecendo à Sua Palavra, deixando que Ele guie nossos passos e nos conduza pelo caminho da salvação ou nos mostramos indiferentes, descuidados, alheios a tudo que é espiritual?
A igreja de Cristo -- nós -- precisa cumprir o seu papel no mundo em que vive. Fomos chamados para brilhar e iluminar os ambientes; fomos convocados para anunciar o Evangelho; fomos separados para mostrar aos perdidos o caminho dos Céus; fomos enviados para motivar os pecadores a buscar uma vida de santidade.
Os tempos estão se findando. Não podemos ignorar essa realidade. Os sinais bíblicos estão se cumprindo e, se desejamos viver para sempre com Deus, precisamos estar preparados para isso. Se almejamos que todos estejam preparados, precisamos preparar-nos primeiro. Como proclamar uma experiência que não temos? Como estimular alguém se não estamos estimulados? Como falar de salvação se não temos a certeza de estarmos salvos?
É hora de todos acordarem. Nós, cristãos, devemos estar acordados. Já é bem tarde!
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
Restaurando os que Caíram
Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Gálatas 6:1
Uma das mais bonitas modalidades dos jogos de inverno é a patinação artística. Na apresentação, é de tirar o fôlego o salto com vários giros no ar e a aterrissagem. Mas já assisti algumas vezes, quase no fim da demonstração, o salto e... a queda. O que era para terminar em pé, de braços abertos numa demonstração de “fiz tudo direitinho”, não se concretiza.
Os resultados de uma queda não são nada agradáveis, e nada é tão frustrante como cair diante dos outros. Cair sozinho, você disfarça, sacode a poeira e segue caminho. Mas, quando outros nos veem cair, é humilhante.
Como a igreja, como família e comunidade dirigida pelo Espírito, deve tratar aqueles que estiveram ao nosso lado, participaram no mesmo coral, ajudaram no mesmo projeto, e foram afastados de nosso convívio por causa de uma queda?
O mesmo texto em diferentes versões descreve um leque de atitudes positivas em relação àquele que caiu:
“Colocá-lo em pé muito gentilmente” (New English Bible). Quando alguém cai, sua primeira necessidade é se levantar sem ser lembrado de que caiu. “Colocá-lo silenciosamente de volta no caminho, sem nenhum sentimento de superioridade” (Phillips). Não é hora de querer dar uma lição, nem de se mostrar mais santo do que ele. “Deve ser auxiliado a corrigir-se, restaurar-se e reintegrar-se sem nenhuma demonstração de superioridade e com toda gentileza” (Versão Amplificada). Restaurar quer dizer “colocar de volta onde estava”. Tem a mesma conotação de colocar um osso deslocado no lugar.
“Restaurá-lo magnanimamente, ficando com você os comentários críticos” (The Message). Mostrar tato e simpatia, selecionando cuidadosamente as palavras, e persuadir a pessoa para que volte ao caminho.
Somos aqueles que estendem a mão e ajudam a limpar as feridas? Colocamos uma tala ou curativo e dizemos: “Vamos tentar de novo”? Depois do escorregão, oferecemos o ombro para ajudar o outro a se levantar?
Aquele que é poderoso para nos guardar de tropeçar e cair está nos convidando hoje para receber Sua graça e restaurar os caídos.
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Grandes Maravilhas

Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o SENHOR maravilhas no meio de vós" (Josué 3:5)
Há muitos anos atrás, em uma visita humanitária, o missionário Dan Crawford, junto com seus companheiros na África, se viram bloqueados por uma enchente que fez aumentar o volume de água de um rio que precisavam atravessar. A única coisa que podiam fazer, diante daquele obstáculo, era orar -- e eles oraram! Quando terminaram suas orações, uma grande árvore tombou sobre o rio formando uma ponte! Com um grito de puro júbilo, eles seguiram adiante e cumpriram a missão que Deus lhes havia confiado. (Gary Bowell)
Por que não vemos mais os grandes milagres acontecerem? Por que não vemos as grandes maravilhas que tanto esperamos do Senhor? Por que as nossas orações não produzem mais os grandes efeitos do passado?
O Senhor é o mesmo; Seu poder é o mesmo; Seu desejo de abençoar é o mesmo... Mas, nós não somos mais como os homens do passado! A nossa fé é vacilante, nossa esperança é frágil, nosso amor ao Senhor é insignificante, nossa determinação espiritual é quase nula. Buscamos ao Senhor por interesse, oramos por mera rotina, vamos aos cultos quando nada temos de melhor a fazer. O poder da igreja é fraco porque não confiamos verdadeiramente no Senhor.
Josué conclamou o povo a se santificar. E o povo obedeceu! Hoje somos convocados para buscar a Deus, para manter o coração puro, para glorificar ao Senhor em tudo que fazemos, porém, quase sempre nos mantemos indiferentes a qualquer convocação.
Queremos ver as maravilhas; queremos ver os milagres; queremos ganhar muito dinheiro; queremos conquistar o mundo, mas, não queremos nos submeter à vontade do nosso Deus e nem abrir mão de nossos próprios prazeres materiais.
As grandes maravilhas são conseguidas com santidade. Os grandes milagres são obtidos com obediência e fé. Uma vida abençoada é fruto de uma plena comunhão com o Senhor Jesus Cristo.
Você quer ver Deus agindo em sua vida? Siga o conselho de Josué!
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sábado, 26 de março de 2011
Tsunami e o Alerta Espiritual
(adaptado do texto de autor desconhecido)
"... Assim como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?" (Salmos 42:1-2)
Recentemente, a humanidade presenciou perplexa uma das maiores fúrias da natureza que, em minutos, ceifou milhares de vidas humanas. Na ilha de Sumatra, na Indonésia, um terremoto seguido de maremoto, fez surgir na costa asiática ondas gigantes, conhecidas como tsunami. O monstro impiedoso e insensível, que não cogitou a idade, o sexo, a nacionalidade, a posição social e os projetos de vida de suas vítimas, agiu de forma cruel. Sem aviso.
Há muito a falar sobre o assunto. Ressaltaremos, entretanto, apenas dois fatos que nos chamaram a atenção. Primeiro, por não haver um sistema de alerta adequado, como, por exemplo, sismógrafos, que pudesse ter alertado as pessoas a saírem do raio de ação do tsunami, milhares morreram sem chances de reação. Segundo os que perceberam o inexplicável desespero de elefantes, que instintivamente fugiam para os lugares mais altos e distantes das praias, ganharam, como recompensa, suas próprias vidas. Queremos ponderar sobre esses dois fatos e extrair algumas lições.
Os homens julgam não ser lucrativo investir em países pobres, implantando neles tecnologia que produza informações que ajudem as pessoas a se anteciparem às catástrofes como a que vimos. Deus, entretanto, por amar a humanidade e considerá-la preciosa para Si, já estabeleceu Seu próprio sistema de aviso.
O propósito para o qual o homem foi criado e os detalhes dos fatos que antecederão a segunda vinda de Cristo, já nos foram plenamente antecipados. Ele quer preencher o homem com Sua própria vida e pretende voltar para estabelecer Seu reino, inicialmente por mil anos nos Céus, depois, por toda a eternidade na Terra. Sua vinda está muito próxima. Para alguns, ela será fonte de grande regozijo, mas para outros, será como um tsunami sem precedentes.
Felizmente, Deus tem espalhado "sismógrafos espirituais" em todos os lugares e em todas as épocas. Na verdade, depois da criação, Ele nunca deixou de compartilhar com o homem os detalhes de Seus projetos (Am 3:7).
O próprio Senhor Jesus, ao ser questionado dos acontecimentos que antecederiam Sua volta, afirmou que ela não viria sem que primeiro viessem impostores afirmando ser Cristo e ocorressem guerras e rumores de guerras, lutas entre as nações, fome, terremotos, a morte de discípulos, o esfriamento do amor de quase todos e a pregação do evangelho do reino em todo o mundo (Mateus 24:3-14).
De fato, as nações se organizam para o surgimento do anticristo, a moral do homem se degrada diariamente, a natureza se enfurece em catástrofes, os homens se odeiam cada vez mais, e Deus é banido das vidas daqueles que Ele criou. Esses são sinais tão claros que é impossível negar que já não os vimos. O que você agora está lendo, não é um mero artigo cristão, mas um seguro "sismógrafo" a indicar a proximidade do fim.
Se os sinais externos já nos são convincentes, que diremos do alerta de Deus a pulsar em nosso interior? Como os elefantes da Indonésia, que ouviram a voz de seus instintos, estamos também a todo tempo, ouvindo a voz silenciosa de Deus em nosso interior. Esse falar faz-nos sentir que nossa vida, apesar de repleta de atividades, não possui satisfação e descanso.
Embora sejamos úteis às pessoas, ainda nos achamos tão imprestáveis. Estudamos, trabalhamos, realizamos algo e, no fim, parece que nada fizemos. Nos momentos em que nos aquietamos, a vontade que temos é de chorar, pois não sabemos explicar a dor interior que sentimos. Que inquietação é esta em nosso interior? A resposta é simples: Deus está reclamando Seu legítimo lugar no mais profundo de nosso ser. Possuímos uma sede que só Ele pode saciar (Salmos 42:1,2).
Você está atento aos fatos que informam a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo? Tem sentido carência de vida em seu interior? Qual tem sido sua reação diante dos sinais exteriores e interiores que Deus já lhe concedeu?
Sugerimos a leitura dos textos bíblicos a seguir: Lucas 13:1-5; Mateus 24:3-14,27,28,32-44; 1Coríntios 15:15-22; 1Ts 5:1-3; 2Ts 2:1-12; 2Timóteo 3:1-9.
Que Deus nos abençoe a todos, neste tempo, enquanto há tempo.
REFLEXÃO: "Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto" (Isaías 5:6)
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sexta-feira, 18 de março de 2011
A Pessoalidade do Espírito Santo
Um antitrinitariano me escreveu o seguinte:
“Gostaria de saber qual o seu entendimento sobre Efésios 4:30, que diz que o Espírito Santo se entristece. Muitos acreditam que, por este motivo, ele é uma pessoa. E o que dizer de Lucas 1:46 e 47 que diz que o espírito de Maria se alegrou? Neste caso, o espírito de Maria também não seria uma pessoa por que se alegra?”
Esse oponente à doutrina da Trindade ignorou que o termo “espírito”, na Bíblia, possui vários significados. Refere-se aos “sentimentos”, ao “fôlego de vida” de Deus, a “pessoas vivas” (como no caso de Hb 12:22, 23), etc.
No caso de Maria, o contexto de Lucas 1:46, 47 indica que o termo grego para “espírito” se refere ao íntimo de dela. Ela está expressando uma alegria que vem “do fundo do coração” – do “espírito”.
Já em Efésios 4:30, o termo “Espírito” se refere a uma pessoa porque tal Ser – que pode ser entristecido – executa uma ação pessoal: sela-nos para a salvação. Só um Ser Divino pode fazer isso!
Pelo fato de o Espírito Santo ser ofendido (Hb 10:29), ficar irritado (Mq 2:7) e alegre (1 Ts 1:6), podemos concluir que em Efésios 4:30 é apresentado um Ser que se entristece quando praticamos os pecados mencionados no verso 31. Afinal, quando pecamos entristecemos a Deus (cf. Dn 9:9).
Além disso, João capítulos 14-16 empregam vários pronomes pessoais gregos ao Espírito Santo. Portanto, indiscutivelmente, Ele é apresentado como um ser pessoal. O termo grego para “Ele” em tais capítulos é ekeinos e significa “Ele mesmo”, “Este”. Nunca a Bíblia empregaria um pronome pessoal masculino para se referir a um mero “poder”.
A Bíblia não diz que o Espírito “é” um poder, mas, que Ele “tem” poder! Veja:
“E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo [aqui não poderia ser aceita a tradução “no poder do poder”...].” (Rm 15:13).
Que os antitrinitarianos deixem Deus iluminar suas vidas para que compreendam a beleza da doutrina bíblica [e não Católica] da Trindade.
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sábado, 24 de julho de 2010
Religião pode afastar jovens das drogas
Praticar uma religião, manter diálogo com a família e ter acesso a informações são atividades que podem afastar os jovens das drogas, segundo uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), divulgada nessa segunda-feira (12/7).
O objetivo do estudo era analisar quais ações podem prevenir o uso de drogas entre adolescentes de baixo poder aquisitivo. Para isso, 62 jovens, usuários ou não, foram submetidos a uma entrevista para listar as estratégias que eles consideram mais eficientes.
A religião foi a mais citada. Ao todo, 81% dos não-usuários praticavam alguma religião, contra 13% dos usuários. Manter laços familiares sólidos, mesmo que só com a mãe, e ter acesso a informações sobre os riscos da dependência foram fatores citados em seguida.
Leia a pesquisa na íntegra: http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Fatores.pdf
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
A Janela
Dois homens, seriamente doentes, ocupavam o mesmo quarto de um hospital.
Um deles ficava sentado em sua cama por uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões. Sua cama ficava próxima da única janela existente no quarto. O outro homem era obrigado a ficar deitado de bruços em sua cama o tempo todo. Eles conversavam muito. Falavam sobre mulheres e suas famílias, suas casas, seus empregos, seu envolvimento com o serviço militar, aonde costumavam ir em suas férias. E toda tarde quando o homem perto da janela podia se sentar, ele passava o tempo todo descrevendo ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele podia enxergar através da janela. O homem na outra cama começou a criar o hábito de esperar por esse período onde seu mundo era ampliado e animado pelas descrições de seu companheiro.
Ele dizia que da janela dava para ver um parque com um lago magnífico, onde patos e cisnes nadavam e muitas crianças brincavam com seus barquinhos de papel. Jovens namorados andavam abraçados no meio das flores que, de tão lindas, encantavam qualquer um que passasse próximo do local.
Grandes árvores cheias de elegância na paisagem e uma fina linha laranja podia ser vistas do horizonte.
Quando o homem próximo da janela fazia as suas descrições, ele o fazia de modo primoroso e delicado, com detalhes e o outro homem fechava os seus olhos e imaginava a cena descrita.
Em uma tarde quente de verão, o homem próximo a janela descreveu um desfile, que, embora não pudesse ouvir a música podia, todavia, descrever com clareza a linda cena que se passava.
Dias e semanas se passaram desde então. Em uma manhã bonita e ensolarada a enfermeira chegou trazendo água para o banho dos dois homens, mas um deles estava morto…
O homem que estava próximo da janela havia morrido, pacificamente, durante o seu sono noturno. A enfermeira estava entristecida e chamou os atendentes do hospital para levarem o corpo.
Assim que julgou conveniente , o outro homem, pediu para que a enfermeira o colocasse próximo da janela. A enfermeira ficou feliz em poder fazer esse favor e depois de verificar que o paciente estava confortável, o deixou sozinho no quarto.
Vagarosamente, pacientemente, lutando contra a dor, ele conseguiu finalmente apoiar seus cotovelos para olhar pela primeira vez pela janela. Finalmente ele poderia ver tudo por si mesmo. Ele se esticou ao máximo, para poder ver através da janela, e quando conseguiu, deparou-se com um muro todo branco.
Ele perguntou para a enfermeira, assim que teve a chance, o que havia levado o seu amigo a lhe descrever coisas tão belas ao longo dos dias que lhe restavam, pois daquele local a única coisa que podia ser vista era o imenso muro branco.
A enfermeira respondeu que aquele homem era cego…
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